Inclusão e Acessibilidades na Casa Espírita será tema de seminário promovido pela AEE da UEM/COFEMG
“Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu, para a glória de Deus.” (Romanos 15:7)
A construção de uma Casa Espírita acolhedora passa, necessariamente, pelo reconhecimento da diversidade humana e pelo compromisso de remover barreiras que dificultam a participação plena de todas as pessoas. Com o propósito de superar esses obstáculos, a Área de Estudo do Espiritismo (AEE)...
O Esperanto vai vencendo. Não deixa de ter, porém, no seu caminho empecilhos de toda a ordem. Como sempre acontece às ideias que ainda não contam por séculos a sua existência, depara-se a cada passo quem tenta ridicularizá-lo, buscando provar que a língua de Zamenhof é uma utopia que não poderá vingar.
Aos adeptos do Espiritismo para o qual o Esperanto é uma ideia coirmã, não surpreendem os remoques dos ignorantes, pois os fatos nos mostram que muitos desses que procuravam outrora zombar da doutrina implantada por Allan Kardec, são hoje adeptos fervorosos da ideia espiritista.
Não há, pois, razão de se enfraquecer na peleja em prol da língua auxiliar, mas deve-se, pelo contrário, trabalhar com denodo pela sua propaganda. Agora que o Esperanto penetra num meio em que há homens cheios de fé, devotados a um ideal de amor, a língua de Zamenhof é a alavanca posta nas mãos de hábeis operários que elevam o templo à Fraternidade Universal.
O Reformador, maio 1915